
“There are no happy endings.
Endings are the saddest part,
So just give me a happy middle
And a very happy start.”
(Happy Ending? by Shel Silverstein)

“There are no happy endings.
Endings are the saddest part,
So just give me a happy middle
And a very happy start.”
(Happy Ending? by Shel Silverstein)
Não se consegue escrever algo sobre si mesmo que seja mais verdadeiro do que aquilo que se é. Essa é a diferença entre escrever sobre si mesmo e escrever sobre objetos externos. Escreve-se sobre si mesmo da sua própria altura, não apoiado em muletas ou andaimes, mas com os pés descalços.
Agora me diga: pode um homem que odeia a si próprio amar
alguém? Pode ele estar em harmonia com alguém e está interna-
mente cindido, ou dar prazer a alguém se é apenas um peso detestá-
vel para si mesmo? Ninguém, suponho, dirá que pode, a não ser
que seja mais louco ainda que a Loucura. Pois bem, remova-me [ a
loucura ], e ninguém mais conseguirá suportar seu semelhante;
cada um passará a feder em suas próprias narinas e a considerar
tudo a seu próprio respeito fétido e repulsivo. [...] O que existe de
mais tolo que a auto-satisfação e a auto-admiração? Mas como agir
com graça, brilho e encanto se não se está satisfeito consigo mes-
mo? Retire esse sal da vida, e imediatamente o orador se tornará
maçante, o músico produzirá tédio com sua melodia, o desempe-
nho do autor será vaiado, o poeta e as musas serão objeto de riso, o
pintor e suas obras perderão valor, e o médico passará fome com
seus remédios.
Ludwig Wittgenstein (1937) filósofo austríaco radicado na Inglaterra.
Erasmo de Rotterdam (1511) filósofo e humanista holandês.
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Existem somente dois tipos de homem: os íntegros que se consideram pecadores e os pecadores que se consideram íntegros.
Pascal (1662): Pensées, citado em Jon Elster, Alchemies of the mind. Cambridge, 1999, p. 94.
Happy Together (Garry Bonner / Alan Gordon)
Imagine me and you, I do
I think about you day and night
It’s only right
To think about the girl you love
And hold her tight
So happy together
If I should call you up
Invest a dime
And you say you belong to me
And ease my mind
Imagine how the world could be
So very fine
So happy together
I can’t see me loving nobody but you
For all my life
When you’re with me
Baby the skies will be blue
For all my life
Me and you
And you and me
No matter how they tossed the dice
It had to be
The only one for me is you
And you for me
So happy together
I can’t see me loving nobody but you
For all my life
When you’re with me
Baby the skies will be blue
For all my life
Me and you
And you and me
No matter how they tossed the dice
It had to be
The only one for me is you
And you for me
So happy together
So happy together
How is the weather
So happy together
We’re happy together
So happy together…
Negue (Adelino Moreira/Enzo de Almeida Passos)
Negue seu amor e o seu carinho
Diga que você já me esqueceu
Pise machucando com jeitinho
Esse coração que ainda é seu
Diga que meu pranto é covardia
Mas não esqueça
Que você foi meu um dia
Diga que já não me quer
Negue que me pertenceu
E eu mostro a boca molhada
E ainda marcada
Pelo beijo seu
Diga que já não me quer
Negue que me pertenceu
E eu mostro a boca molhada
E ainda marcada
Pelo beijo seu
Socorro (Arnaldo Antunes / Alice Ruiz)
Socorro!
Não estou sentindo nada
Nem medo, nem calor, nem fogo
Não vai dar mais pra chorar
Nem pra rir…
Socorro!
Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada…
Socorro!
Alguém me dê um coração
Que esse já não bate nem apanha
Por favor!
Uma emoção pequena, qualquer coisa!
Qualquer coisa que se sinta…
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva…
Socorro!
Alguma rua que me dê sentido
Em qualquer cruzamento
Acostamento, encruzilhada
Socorro! Eu já não sinto nada…
Socorro!
Não estou sentindo nada, nada
Nem medo, nem calor, nem fogo
Nem vontade de chorar
Nem de rir…
Socorro!
Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Eu Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada…
Socorro!
Alguém me dê um coração
Que esse já não bate
Nem apanha
Por favor!
Uma emoção pequena qualquer coisa!
Qualquer coisa que se sinta…
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva…
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Quando os deuses querem nos punir, eles atendem às nossas preces.
Oscar Wilde (1895): An ideal husband, citado em George Ainslie, Picoeconomics. Cambridge, 1992,p. xi.

Cinque Terre, Italy.
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Amyr Klink: In Mar Sem Fim. Ed. Cia das Letras. Rio de Janeiro, 2000.
Olhos nos Olhos (Chico Buarque)
Quando você me deixou, meu bem
Me disse pra ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci
Mas depois, como era de costume, obedeci
Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos
Quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais
E que venho até remoçando
Me pego cantando, sem mais, nem por quê
Tantas águas rolaram
Quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você
Quando talvez precisar de mim
Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim
Olhos nos olhos
Quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz
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Nunca é sereno o curso do verdadeiro amor.
Shakespeare (1600): Midsummer night’s dream. Ato I, cena 1, linha 134.

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Nem a um deus é facultado amar e manter-se sábio.
Publilius Syrus: Sententiae, §22. Citado em The concise Oxford dictionary of proverbs. Ed. John Simpson. Oxford, 1982, p.140.
Video message from TATE MODERN
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Quando não se ousa amar sem reservas é que o amor já está muito doente.
Goethe (1830): Poesia e verdade. Trad. Leonel Vallandro. Vol.1. Porto Alegre,1971,p.320.

Swans, St. Stephen’s Green, Dublin.
O ano de 2009 começa com importantes desafios, a necessidade de novas atitudes para a solução de novos e velhos problemas. Aí vamos nós.
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Dê a um homem tudo o que ele deseja, e ele, apesar disso, naquele mesmo momento, sentirá que esse tudo não é tudo.
Kant (1789): Citado em Albert O. Hirschman, Shifting involvements. Oxford, 1982, p.11.